Descubra qual a importância do plano de resgate para trabalho em altura

plano de resgate para trabalho em altura

É inegável que o trabalho em altura oferece muitos benefícios para diversas situações que envolvem estruturas prediais de grande porte. E, em muitos casos, é a única forma de realizar certas atividades, como a manutenção de janelas, equipamentos e até das paredes. No entanto, essa é uma operação que envolve riscos se não for executada de maneira correta.

Nesse sentido, iniciativas como o plano de resgate para trabalho em altura é uma das melhores maneiras de se precaver.

Neste texto, você vai entender o que é e como elaborá-lo. Confira!

 

O que é um plano de resgate?

O plano de resgate em altura é a junção de uma série de medidas para garantir o salvamento dos colaboradores em caso de acidentes ou incidentes em trabalhos na altura. Como vimos antes, essa é uma exigência prevista em normas legais e técnicas pertinentes ao assunto.

Todas as ações definidas no plano de resgate devem ser mantidas em um documento para que a equipe designada tenha o conhecimento a respeito das medidas adequadas, divulgadas a todos os colaboradores e treinadas através de simulados previstos no próprio plano. É bom saber que, para a norma, são consideradas de altura situações que ocorrem acima de dois metros do chão.

 

Qual é a importância desse plano?

A questão legal já seria suficiente para entender a importância de ter um plano de resgate. Porém, também é impossível não destacar como uma forma de garantir a segurança para quem trabalha em altura, além de sua qualidade de vida.

Ele é um orientador de como a empresa pode proceder em cenários de incidentes, anteriormente previstos, efetuando o resgate responsável, diminuindo a probabilidade de danos à integridade dos profissionais.

 

Como ele funciona?

As diretrizes do plano de resgate devem estar relacionadas à rotina da empresa. Isto é, tanto as estruturas do ambiente, quanto o tipo de trabalho exercido e os cenários de riscos.

Logo, encontramos diferentes situações, por exemplo: o profissional pode ser vítima de um mal súbito ou queda de pressão e mal-estar; pode também ser algum problema junto ao equipamento que precise ser resgatado etc. Em ambas as situações o plano de resgate de trabalho em altura trará as melhores condutas para agir.

 

Quais são as principais consequências de não realizá-lo?

O plano de ação para resgate em altura tem um papel fundamental para designar as melhores medidas para manter a integridade dos colaboradores em casos de acidente. Uma empresa que não possui nenhuma iniciativa voltada a ele, não está só colocando a vida de um funcionário em risco, mas também de todos os outros, inclusive dos que tentarão resgatá-lo.

Isto porque, um dos principais pontos do plano de resgate é a obrigatoriedade de uma equipe capacitada e treinada. Quando não há, o que ocorre é que o trabalhador, além de estar em um risco bem maior, ainda colocará os colegas que vão resgatá-lo em risco. Também indicará que a empresa não tem equipamentos e meios adequados para realizar o resgate.

 

Como montar um plano de resgate?

O plano de resgate é uma etapa importante para o trabalho em altura. E em um país como o Brasil, essa é uma necessidade. No entanto, as empresas podem achar que desenvolvê-lo é uma etapa complexa, mas não é. Neste texto, vamos apresentar o que é preciso fazer. Continue!

Faça análises preliminares de risco

Como cada empresa tem uma rotina e estrutura próprias, esse é um dos passos mais importantes para elaborar um plano de resgate efetivo. Aqui, a gestão deverá fazer uma avaliação dos cenários de riscos e premissas que possam efetivamente concretizar o perigo da atividade numa situação indesejada. Assim como é uma etapa importante para a contagem de quantos trabalhadores estão expostos.

Treine a equipe

A terceira etapa é o preparo da equipe interna — esses serão os funcionários designados para acompanhar o resgate até que profissionais externos cheguem. Em alguns casos, dependendo da gravidade, podem ser eles os responsáveis por efetuar o salvamento.

Portanto, é muito importante que mais do que definir um grupo de pessoas, a empresa invista em treiná-los adequadamente. A capacitação vai depender das normas técnicas do Corpo de Bombeiros Local, riscos e complexidade da planta, além de outros condicionantes que devem ser considerados no dimensionamento do Plano de Resgate.

Os funcionários devem conhecer as normas e regulamentações, analisar os riscos e condições, as medidas de prevenção, lidar com equipamentos e procedimentos de proteção coletivas, entre outros. Ressaltamos que a escolha da equipe deve focar em pessoas com um bom preparo físico, emocional e psicológico.

Conte com equipamentos adequados

Por fim, o uso de equipamentos apropriados (equipamentos de proteção coletiva e individual) será fundamental para a realização tanto do trabalho em altura, quanto do processo de resgate. Nesse sentido, é de responsabilidade do empregador garantir o acesso a equipamentos de proteção adequados.

Kits com capacete, cintos de segurança, luvas, botas, coletes sinalizadores e outras ferramentas essenciais para garantir melhores resultados no trabalho e evitar que acidentes tenham consequências mais graves, tanto para o colaborador quanto para os outros funcionários.

Hoje você pôde entender como o plano de resgate para trabalho em altura é uma importante ferramenta para garantir a segurança e a longevidade dos colaboradores que operam nessa situação. Sendo não só uma forma de orientar os funcionários de como agir em situações que fogem do controle, mas também uma necessidade legal. Por isso, toda empresa que trabalha nessas circunstâncias tem obrigação de elaborar o seu.

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